Muito ouvimos sobre sustentabilidade, responsabilidade ambiental, redução na emissão de resíduos, uso consciente dos materiais, etc., mas o que seria isso? Por que precisamos fazer tudo isso?
A nova geração de crianças já aprende, desde cedo, que devem usar a água de forma racional, que não se deve jogar lixo nas ruas, que podem fazer brinquedos com materiais recicláveis em perder o encanto e levam esses conceitos para dentro de suas casas, ensinando seus pais, avós, tios, que podemos conviver de forma harmônica com a natureza, evitando a sua deterioração e que os recursos naturais não são infinitos, como muitos das gerações passadas pensam.
A idéia que se pretende passar às crianças e principalmente aos adultos, é que pequenas mudanças de hábito seria o suficiente para colaborarmos com sustentabilidade dos recursos naturais, de forma responsável e com um mínimo esforço. A exemplo disso, o Coordenador de Ciência e meio Ambiente da UNESCO, Celso Schenkel explica: “Queremos provocar uma efetiva mudança de atitude das pessoas para melhorar a qualidade de vida. O caminho da evolução de nossa sociedade passa pela sustentabilidade. Caso contrário, perderemos de vez os insumos vitais para a nossa sobrevivência”.
O apoio e a conscientização das empresas públicas e privadas para que estas mudanças se iniciem e se posterguem é essencial. A exemplo disso, muitas empresas adotaram o conceito de ECOEFICIÊNCIA, que proporciona bens e serviços diferenciados, investimento em tecnologia e qualidade aos consumidores, com redução do impacto dessa atividade ao meio ambiente. Para entendermos um pouco mais sobre Ecoeficiência, vejamos a explicação do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável):
“A ecoeficiência é alcançada mediante o fornecimento de bens e serviços a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduz progressivamente o impacto ambiental e o consumo de recursos ao longo do ciclo de vida, a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada da Terra (conceito elaborado pelo World Business Council for Sustainable Development – WBCSD, em 1992). Este conceito sugere uma significativa ligação entre eficiência dos recursos (que leva a produtividade e lucratividade) e responsabilidade ambiental. Portanto, ecoeficiência é o uso mais eficiente de materiais e energia, a fim de reduzir os custos econômicos e os impactos ambientais. Também pode-se dizer que ecoeficiência é saber combinar desempenho econômico e ambiental, reduzindo impactos ambientais; usando mais racionalmente matérias-primas e energia; reduzindo os riscos de acidentes e melhorando a relação da organização com as partes interessadas (stakeholders).
A nova geração de crianças já aprende, desde cedo, que devem usar a água de forma racional, que não se deve jogar lixo nas ruas, que podem fazer brinquedos com materiais recicláveis em perder o encanto e levam esses conceitos para dentro de suas casas, ensinando seus pais, avós, tios, que podemos conviver de forma harmônica com a natureza, evitando a sua deterioração e que os recursos naturais não são infinitos, como muitos das gerações passadas pensam.
A idéia que se pretende passar às crianças e principalmente aos adultos, é que pequenas mudanças de hábito seria o suficiente para colaborarmos com sustentabilidade dos recursos naturais, de forma responsável e com um mínimo esforço. A exemplo disso, o Coordenador de Ciência e meio Ambiente da UNESCO, Celso Schenkel explica: “Queremos provocar uma efetiva mudança de atitude das pessoas para melhorar a qualidade de vida. O caminho da evolução de nossa sociedade passa pela sustentabilidade. Caso contrário, perderemos de vez os insumos vitais para a nossa sobrevivência”.
O apoio e a conscientização das empresas públicas e privadas para que estas mudanças se iniciem e se posterguem é essencial. A exemplo disso, muitas empresas adotaram o conceito de ECOEFICIÊNCIA, que proporciona bens e serviços diferenciados, investimento em tecnologia e qualidade aos consumidores, com redução do impacto dessa atividade ao meio ambiente. Para entendermos um pouco mais sobre Ecoeficiência, vejamos a explicação do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável):
“A ecoeficiência é alcançada mediante o fornecimento de bens e serviços a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduz progressivamente o impacto ambiental e o consumo de recursos ao longo do ciclo de vida, a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada da Terra (conceito elaborado pelo World Business Council for Sustainable Development – WBCSD, em 1992). Este conceito sugere uma significativa ligação entre eficiência dos recursos (que leva a produtividade e lucratividade) e responsabilidade ambiental. Portanto, ecoeficiência é o uso mais eficiente de materiais e energia, a fim de reduzir os custos econômicos e os impactos ambientais. Também pode-se dizer que ecoeficiência é saber combinar desempenho econômico e ambiental, reduzindo impactos ambientais; usando mais racionalmente matérias-primas e energia; reduzindo os riscos de acidentes e melhorando a relação da organização com as partes interessadas (stakeholders).
ELEMENTOS DA ECOEFICIÊNCIA:
- Reduzir o consumo de materiais com bens e serviços;
- Reduzir o consumo de energia com bens e serviços;
- Reduzir a dispersão de substâncias tóxicas;
- Intensificar a reciclagem de materiais;
- Maximizar o uso sustentável de recursos renováveis;
- Prolongar a durabilidade dos produtos;
- Agregar valor aos bens e serviços.
BENEFÍCIOS DA ECOEFICIÊNCIA:
- Redução de custos devido à otimização do uso de recursos e da redução de capital destinado à infra-estrutura;
- Minimização do dano ambiental pela redução dos riscos e responsabilidades derivadas;
- Melhoria nas condições de segurança e saúde ocupacional;
- Maior eficiência e competitividade, favorecendo a inovação;
- Melhoria da imagem e aumento da confiança das partes interessadas (stakeholders);
- Melhor relacionamento com os órgãos ambientais, com a comunidade do entorno e a mídia.
Note-se que, independe o tamanho da empresa ou organização. Todos podem colaborar para que a atividade seja sustentável, com redução do impacto ambiental, basta, para tanto, uma pequena mudança de hábito para que o bem maior seja atingido: a preservação do ambiente e de nossa própria espécie.
Fonte: http://www.cebds.org.br/cebds/
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